Queremos um Plano de Saúde de qualidade, com custo real!
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É com muita satisfação que estamos editando o nosso primeiro Boletim Informativo, com o objetivo de seguir com os trabalhos para a formulação de uma proposta que viabilize a implantação de um modelo de Autogestão em Saúde.
Estamos convencidos de que este é um caminho que poderá nos trazer tranqüilidade, uma vez que os últimos contratos com empresas prestadoras de serviços de saúde só nos têm dado aborrecimentos ao impor seus preços aviltantes e baixa qualidade dos serviços.
É muito importante que todos tenham informação sobre este assunto e que participem dos próximos eventos. Somente desta forma poderemos transformar uma idéia em realidade, construindo um modelo de empresa autogerida que respeite a pessoa humana com ética e responsabilidade social. Vamos construir um Plano de Saúde que contemple todos os servidores, ativos e inativos, do IBGE.
Por que defendemos a Autogestão?
A resposta é simples. Porque desejamos um modelo de serviço de saúde honesto, transparente e que tenha compromisso com a qualidade de vida de cada um de nós.
Atualmente, insatisfeitos com o atendimento dos planos de saúde por nós contratados, procuramos alternativas que viessem atender às nossas necessidades. Foi então que tomamos conhecimento sobre o modelo de Autogestão em Saúde.
A partir de informações objetivas descobrimos que esta seria uma boa alternativa para a saúde em nossa instituição. Levantamos dados, consultamos técnicos, enfim, cercamo-nos de todos os cuidados para apresentarmos, ao conjunto de servidores do IBGE, uma proposta séria e viável. Para tanto, visitamos empresas como Fiocruz, CNEN, Funasa e Cassi (Banco do Brasil), que já haviam implantado a Autogestão e, em cada uma delas, percebemos que estávamos no caminho certo: gerir nosso próprio plano de saúde pode nos garantir qualidade no atendimento com preços justos.
Uma vez convencidos das vantagens da Autogestão, procuramos a UNIDAS - União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde, onde colhemos informações técnicas de alto nível.
A partir daí, iniciamos o processo de informar aos nossos colegas sobre a alternativa do modelo citado, primeiro através de palestras e, agora, deste Boletim Informativo.
Algumas reflexões
A partir do exposto acima, podemos fazer algumas reflexões: Como tem sido a nossa participação neste processo? Falta tempo? Interesse? Dedicação? Como este processo está sendo estruturado?
No sentido de favorecer a integração de todos os servidores, queremos dizer que esta Comissão nasceu espontaneamente, a partir da consciência social de um grupo de servidores que se preocupam com a situação da saúde em nossa instituição. A Comissão de Saúde é autônoma e isenta de quaisquer interesses particulares ou políticos, estando aberta para a participação de colegas que estejam interessados em colaborar, conhecer ou se informar.
Não vamos ficar de braços cruzados esperando mais uma desagradável renovação contratual com alguma empresa que, no final das contas, pode tornar nosso atendimento em saúde muito pior do que já está.
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